Estou usando o Internet Explorer 7 no trabalho, por forças maiores. Deixei meu Windows travado, e, no dia seguinte, ele me surge com o IE7. Eu, que trabalho com web, preferia usar o IE6 e fazer testes usando uma VMWare com Windows e IE7.
Agora estou fazendo ao contrário, o que exige mais processamento da máquina, já que necessário fazer mais testes no IE6 do que no IE7. Assim, o Virtual PC fica sempre aberto.
Mas voltando à experiência, vou falar um pouco sobre o IE7, que veio tempos atrás tentar barrar a expansão do Firefox. O que já se provou ineficaz.
De cara percebi o quanto é mais lento que seu antecessor. Abrir uma aba no IE7 é uma jornada. Parece que ele carrega um outro Internet Explorer, o que não é muito vantajoso comparado ao Firefox, que abre quase instantâneamente.
Um ponto em que o IE sempre foi, e continua sendo fraco, é as telas de configuração do browser. Nada muito objetivo e com muitas configurações avançadas. Queria apenas saber como faz para que um link programado para abrir em uma janela nova, fosse direto para uma nova aba, e quem me diz de achar?
Outra coisa que estranha aos usuários do Firefox é que não adianta dar dois cliques em uma aba para fechá-la, ou dois cliques ao lado para criar uma. Mas há um ponto positivo nisso. O IE7 vem com uma funcionalidade que no Firefox é conseguida apenas com plugins. É possível ver todas as abas abertas com apenas um clique. As abas são mostradas em thumbs, facilitando a mudança de abas quando se tem muito delas.
Na renderização do HTML / CSS, o IE7 evoluiu bastante. Mas há algumas regras que se diferenciam do IE6 e Firefox. Isso dificulta, e muito, já que o IE7 não possui hacks para CSS.
Não estou adorando utilizar o novo Internet Explorer, mas não é tão ruim assim. Mesmo consumindo 140, 250MB de memória, fico ainda com o Firefox. Mas foi um grande passo para a Microsoft esse novo browser.




Nice blog!